Todas as postagens marcadas com responsabilidade pessoal

3Artigos

Saúde espiritual2 meses atrás

Existe uma ‘ilusão confortável’ que a maioria das pessoas mantém sem questionar: alguém cuidará de você. Médicos cuidarão. Hospitais cuidarão. Planos de saúde cuidarão. A tecnologia médica avançada cuidará. O sistema está lá para protegê-lo. É ilusão. Não porque médicos sejam incompetentes ou o sistema seja malicioso. Mas porque a medicina moderna é estruturada para gerenciar doença, não construir saúde. Quando você chega ao consultório com diabetes, pressão alta, obesidade, já perdeu décadas de oportunidades de prevenção. O sistema pode prescrever medicamentos que controlam os sintomas. Pode realizar cirurgias que corrigem danos, mas não pode devolver o tempo perdido. Não pode reverter décadas de negligência acumulada. Saúde é sua responsabilidade, que não pode ser terceirizada. Ninguém fará isso por você.

Saúde espiritual3 meses atrás

Existe uma pergunta sobre Alzheimer que raramente é feita em voz alta, mas que atravessa a mente de quem assiste ao declínio cognitivo de alguém próximo. Não é uma pergunta sobre tratamentos ou protocolos. Não é sobre genética ou fatores de risco. É uma pergunta existencial, incômoda, que toca no núcleo do que significa ser humano. A pergunta é esta: se você soubesse que vai desenvolver Alzheimer nas próximas décadas, o que faria hoje? Não é pergunta fácil. Porque obriga você a olhar para algo que prefere ignorar. Obriga você a confrontar a possibilidade de perder gradualmente aquilo que define quem você é - sua memória, sua identidade, sua autonomia. Três caminhos se abrem diante dessa pergunta. Cada um deles revela algo sobre como você encara sua própria existência.

Saúde espiritual3 meses atrás

Imagine que a crise que você está vivendo é como um prato intragável, repugnante, asqueroso, que deve ser consumido todos os dias, obrigatoriamente. Não há como escapar. Então, como fazê-lo? Há duas formas de ingeri-lo: rindo ou chorando. Não há outra perspectiva. Passei anos enfrentando crises empresariais severas. Perdi clientes, encolhi estruturas, tomei decisões dolorosas. Durante muito tempo, vivi isso como vítima. Questionava a injustiça. Sentia pena de mim mesmo. Até entender algo fundamental: nenhuma tempestade acontece de imediato. Primeiro há mudança de temperatura, de pressão, depois começam os ventos, as nuvens escuras, os raios. Tudo num processo declarado, visível, previsível. Em grande parte dos casos, o responsável pelas nossas crises somos nós mesmos. Vivemos os desdobramentos de nossas decisões. A última coisa que você deve fazer é se enxergar como vítima.

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